Terceirizados da educação de Mossoró-RN estão sem salários desde dezembro passado

Funcionários da Athos não recebem e é convocado a retornar ao trabalho após Aviso Prévio.

Compartilhe
  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no Twitter
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar com QR CODE
Cedida
Cedida

A empresa Athos, que presta serviço ao setor da educação da Prefeitura Municipal de Mossoró, informou que todos os funcionários devem retornar ao trabalho nesta segunda-feira, 22. Fato normal quando não estão envolvidos fatores como aviso prévio e salários atrasados.

“Informamos aos funcionários do contrato da Educação, os quais estavam com os Avisos Prévios assinados devido ao término do contrato, que podem retornar aos locais de trabalho na segunda-feira, dia 22 de fevereiro, e darmos continuidade a prestação de serviço,” mensagem encaminhada pela empresa e divulgada nas redes sociais.

O curioso é que os terceirizados estão cumprindo Aviso Prévio – devido ao término do contrato – e, ainda, há quase três meses sem salários. Revoltados, em situação de muita dificuldade financeira e em busca de uma resposta, os terceirizados denunciaram o caos que estão vivendo.

“Chegou uma informação aqui da Athos que é pra voltar segunda-feira. E como fica a posição de pagamento? Dezembro, janeiro e tá terminando fevereiro agora. E aí? Ligo e respondem: sem nenhuma previsão! Isso aí não é previsão. Tem que marcar uma data. Ontem uns colegas fizeram contato com a matriz em Fortaleza e disseram que não foi feito nenhum repasse. Como fica isso aí? Questionou um funcionário.

Os funcionários estão sendo aguardados pela Athos, que não deu nenhuma explicação sobre o pagamento. A empresa informou, também, aos terceirizados que “caso não se interessem a continuar é só avisar que prosseguimos com a rescisão”.

O Aviso Prévio dos funcionários terminou nesse domingo (21) e não foi dado nenhuma previsão ou satisfação sobre pagamento. Não se sabe o que aconteceu e nem quem deixou de repassar o dinheiro. Se a Athos ou a Prefeitura de Mossoró. Esta é a resposta que os terceirizados buscam. Mas, ao invés de respostas concretas, o que se tem é um “ping pong” entre Prefeitura e Prestadora de Serviços. A prefeitura informando que repassou e a empresa afirmando que não houve nenhum repasse por parte do poder público.